Laudo aponta morte natural de paciente atendido no hospital em Ibaté

Documento descarta que a causa foi suposta injeção de dipirona aplicada em paciente

Marcos Fernandes de Souza, de 32 anos, faleceu no dia 5 de fevereiro enquanto era atendido em procedimento de urgência no Hospital Municipal Hermínia Morganti em Ibaté.
Marcos Fernandes era funcionário da empresa Sidertec em Ibaté, muito querido por seus companheiros de trabalho e patrões, pois destacava-se pelo esmero e pontualidade no desempenho de suas funções, verdadeiro exemplo de cidadão comentaram comentavam seus conhecidos. Em virtude da morte, houve uma grande comoção nas redes sociais de parentes e amigos, onde alguns afirmaram que a causa da morte, teria ocorrido por ter sido ministrado um medicamento cujo qual o paciente era alérgico (dipirona).
Em virtude do ocorrido a prefeitura através do departamento de saúde abriu uma sindicância interna para que fosse apurado os fatos, uma vez que em pré julgamento algumas pessoas teriam colocado nas redes sociais  que a morte foi causado por erro medico, a sindicância  aguardava o laudo necroscópico para seu prosseguimento.
O Laudo necroscópico mostrou que não houve erro algum por parte dos funcionários do hospital municipal Herminia Morgante, pois não consta reação alérgica e ficou constatado que o rapaz morreu de Tromboembolismo Pulmonar Agudo causado por agente biológico, afirma ainda que o histórico de asma pode ter desencadeado resposta inflamatória com bronco espasmo,  descartando outro meio para a morte do rapaz.
Esse Tromboembolismo Pulmonar Agudo com aparente predomínio da obstrução da circulação pulmonar esquerda foi caracterizada no exame. O laudo é conclusivo e diz que não observa sinais de anafilaxia ou reação alérgica de grande intensidade externa ou interna que tivessem contribuído para a morte.
A sindicância aguardava o laudo necroscópico para seu prosseguimento, segundo o departamento de saúde da Prefeitura de Ibaté, em virtude da veiculação da suspeita de que Marcos poderia ter morrido em função de uma injeção de dipirona que tinha sido administrada na unidade hospitalar, porém além do laudo descartar a hipótese a FAA (ficha de atendimento ambulatorial) do hospital, também descarta esta hipótese pois lá fica registrado todos os procedimentos e medicamentos aplicados no paciente, que não consta dipirona.
A Prefeitura de Ibaté continua solidária com os familiares, colegas de trabalho e amigos  de  Marcos, pois apesar de todos os esforços da equipe não conseguiu evitar sua morte e, que por fatalidade deixou o convívio dos seus entes queridos de forma abrupta e prematura e, afirma que seguirá trabalhando para manter o hospital municipal capacitado para atender todos os pacientes da cidade.

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